Archive for the 'Análise Espacial' Category

Às margens da margem: Afinal, quem está a frente na corrida presidencial?

foto-corrida-cavalo-01Eu estava ansioso para ver o resultado dos levantamentos realizados
pelo Ibope e Datafolha divulgados nesta semana. A notícia veio meio
confusa, como quase sempre, os apresentadores tentando explicar o que
o intervalo de 95% de confiança significa etc, mas a parte mais
importante anunciada veio mais ou memos assim:
"Ibope/Datafolha divulgou uma nova pesquisa sobre a corrida
presidencial. O levantamento foi encomendado por [...]. Marina está
agora empatada (no limite da margem de erro) com a candidata Dilma
Rousseff do PT. [...] Vamos aos resultados."

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Embrapa abre acesso à biblioteca de dados geoespaciais

Agência FAPESP – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) acaba de abrir ao público geral o acesso à Biblioteca Geoespacial, sistema de armazenamento e de consulta de conteúdo geoespacial produzido e administrado pela Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP).

O modelo conceitual foi desenvolvido pela pesquisadora Margareth Meirelles, da Embrapa Solos (Rio de Janeiro).

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Inserindo caracteres em cartogramas

Olá a todos! No post anterior mostrei como plotar e configurar cores em mapas usando o R e a biblioteca Maptools. Hoje irei avançar nessa técnica mostrando como inserir caracteres alfa-numéricos plotados usando as coordenadas geográficas como referência.
Para replicar este post, você vai precisar de dois arquivos: o shapefile e os dados dos resultados eleitorais para prefeito que estão no final do post.

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Como Gerar Mapas Utilizando o R e Maptools

Há alguma vantagem em trocar as tradicionais tabelas por gráficos? Eu diria que sim. Percebe-se uma tímida—mas gradativa—mudança no modelo de apresentação de resultados de pesquisa na Ciência Política. Muitos cientistas políticos estão priorizando gráficos às já obsoletas tabelas. Exemplos dessa tendência podem ser vistos em vários trabalhosrecentes, como em Terron e Soares (2010)[1] e Marcelino (2010)[2].Se você quiser ver mais argumentos sobre isso, veja em Kastellec e Leoni (2007)[3] e também em Brady (2011)[4].

De forma ainda mais contundente, o tema é abordado em “Ways of Knowing” por Moses e Knutsen (2007), os quais introduzem na discussão o argumento de que as ciências sociais por serem uma ciência  dividida também diverge na forma de apresentar os resultados. Estes autores, fazem opapel de "advogado do diabo" quando mostram que a Estatística não é uma ciência tão perversa assim como os construtivistas afirmam, e que os gráficos podem ser uma poderosa ferramenta para contextualizar a frieza dos números e aproximar ambos naturalistas e contrutivistas.

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Geografia eleitoral