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Maratona Hacker na Câmara dos Deputados. Sim, hacker!

Maratona HackerVocê já ouviu falar de uma Maratona Hacker? Não? Maratona Hacker é uma reunião de várias pessoas durante alguns dias, normalmente um final de semana, com um objetivo na cabeça: fazer os dados falarem. Não importa quais dados e como, mas normalmente os objetivos são nobres: transformar dados públicos obscuros em dados públicos claros; incentivar a fiscalização por parte da sociedade; buscar soluções em políticas públicas; transformar arquivos confusos que estão em várias páginas diferentes ou em PDFs em arquivos pesquisáveis. É mais ou menos essa a ideia. (Tenho certeza que você não imaginou vários nerds correndo com seus computadores...)

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eScience revoluciona a forma como se faz ciência

Por Elton Alisson da Agência FAPESP

Um software de visualização de dados astronômicos pela internet permite que cientistas em diversas partes do mundo acessem milhares de imagens de objetos celestes, coletadas por grandes telescópios espaciais, por observatórios e por instituições internacionais de pesquisa em astronomia.

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Novas ferramentas de computação possibilitam fazer ciência de forma melhor, mais rápida e com maior impacto, diz Tony Hey, vice-presidente da Microsoft Research (foto:E.Cesar/FAPESP) 

 

Por meio desses dados, os usuários podem realizar análises temporais e combinar observações realizadas em vários comprimentos de onda de energia irradiada pelos corpos celestes, como raios X, radiação infravermelha, ultravioleta e gama e ondas de rádio, para elucidar os processos físicos que ocorrem no interior desses objetos e compartilhar suas conclusões.

Denominado World Wide Telescope, o software, que começou a ser desenvolvido em 2002 pela Microsoft Research, em parceria com pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, é um exemplo de como as novas tecnologias da informação e comunicação (TICs) mudaram a forma como os dados científicos passaram a ser gerados, administrados e compartilhados, além da própria maneira como se faz ciência hoje, afirma Tony Hey, vice-presidente da Microsoft Research.

“Os telescópios espaciais, assim como as máquinas de sequenciamento genético e aceleradores de partículas, estão gerando um volume de dados até então nunca visto. Para lidar com esse fenômeno e possibilitar que os cientistas possam manipular e compartilhar esses dados, precisamos de uma série de tecnologias e ferramentas de ciência da computação que possibilitem fazer ciência de forma melhor, mais rápida e com maior impacto. É isso o que chamamos de eScience”, disse Hey durante o Latin American eScience Workshop 2013, realizado nos dias 14 e 15 de maio no Espaço Apas, em São Paulo.

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Online pode ser melhor que curso presencial

Fonte: Estado de São Paulo (01/04/2013)

As principais universidades norte-americanas se lançaram de cabeça no ensino online gratuito. Ano passado, Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criaram o edX, uma plataforma de cursos abertos para massas (MOOCs, na sigla em inglês). Cada instituição se comprometeu a investir US$ 30 milhões. Meses antes nascia o Coursera, que hoje reúne cursos de 62 universidades, como Stanford e Columbia. Não à toa, 2012 foi eleito o ano dos MOOCs pelo jornal The New York Times.

Antes de assumir o edX, Agarwal foi diretor do Laboratório de Inteligência Artificial do MIT - Divulgação/edX

Divulgação/edX - Antes de assumir o edX, Agarwal foi diretor do Laboratório de Inteligência Artificial do MIT

Só o edX já tem 800 mil alunos inscritos - incluindo 23 mil brasileiros - em 23 cursos: sete do MIT, seis de Harvard, seis da Universidade da Califórnia e quatro da Universidade do Texas.

O mais popular é o de Circuitos e Eletrônica, ministrado por Anant Agarwal, com cerca de 150 mil alunos. Professor do MIT, o indiano foi convidado para ser o primeiro presidente do edX. “Tudo que o aluno precisa é ter vontade de aprender e conexão à internet”, disse ele ao Estado, em sua primeira entrevista à imprensa brasileira.

Os cursos não têm apenas videoaulas expositivas, mas também exercícios e avaliações virtuais. Ao contrário do ensino a distância tradicional, nessa modalidade não há a figura do tutor e grande parte da aprendizagem se dá pela interação entre os alunos nos fóruns de discussão. Quando aprovados, os estudantes recebem um certificado do edX.

“Num futuro não tão distante será comum para as universidades reconhecerem créditos dos MOOCs”, diz Agarwal, que fará na quinta-feira a conferência de encerramento do Transformar, um evento em São Paulo sobre inovação e tecnologia na educação.

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