Portal do DATASUS

Saúde é apontada por diversas pesquisas, junto a Segurança e Educação, como um dos principais problemas brasileiros. Políticos em campanha sabem disso e sempre se aproveitam para criticar a (falta de) gestão da saúde do opositor. Mas, minha impressão é de que às vezes a Ciência Política se esquece de trabalhar com estes grandes problemas brasileiros. E não é por falta de dados.

O Portal DATASUS do Ministério da Saúde há muitos anos fornece uma extensa base de dados sobre informações de saúde em nível municipal e estadual.

 

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Análise de Redes com NODEXL - Parte 2

Olá! Neste Post vou mostrar como fazer uma análise de redes com o NodeXL. O exemplo que utilizarei será uma análise da coligação partidárias das eleições de 2012.

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Portal IPEADATA

O IPEA não é só fonte de dados e pesquisas. Mas organizou também o IPEADATA, um excelente Portal com vários dados de várias fontes diferentes. O Portal é absolutamente impressionante. Provavelmente vários bancos de dados que você tanto procura estarão por lá.

 

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A síndrome de Nate Silver

Por Carlos Batista (IPOL/UnB)

Comentarista do NYT, entre outros atributos, Nate Silver é mago, estatístico, polemista, jogador ou simplesmente muito capaz de fazer excelentes previsões? Figura midiática, tem montanhas de seguidores no seu blog FiveThirtyEight . O rapaz é bom mesmo.  A manchete do cnet.com de 8 de novembro diz o seguinte: "Among the top election quants, Nate Silver reigns supreme  - Not only did FiveThirtyEight's Silver pick all 50 state winners in the presidential race, he also beat out his polling aggregator rivals for sheer margin of accuracy."
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Inserindo caracteres em cartogramas

Olá a todos! No post anterior mostrei como plotar e configurar cores em mapas usando o R e a biblioteca Maptools. Hoje irei avançar nessa técnica mostrando como inserir caracteres alfa-numéricos plotados usando as coordenadas geográficas como referência.
Para replicar este post, você vai precisar de dois arquivos: o shapefile e os dados dos resultados eleitorais para prefeito que estão no final do post.

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Saiba como abrir no SPSS e Excel banco de dados em formato texto

Na maioria das vezes, aquela base de dados que você tanto deseja se encontra em formato texto (.txt ou .csv). Aí surge aquela dúvida: como eu faço para abrir essa base em um programa mais amigável como o SPSS ou Excel? Aqui você encontrará os passos necessários para não temer mais os microdados em *txt.

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A META-ANÁLISE E O VIÉS DA GAVETA

Por Gláucio Ary Dillon Soares (IESP-UERJ)

Um problema para a meta-análise de artigos publicados em revistas científicas é  o viés da gaveta, o “file drawer bias”.

O que é esse viés? Qual o seu efeito?

É uma tendência que reduz a probabilidade de que artigos que mostram efeitos insignificantes (e, em alguns casos, contrários às hipóteses defendidas) sejam enviados, aceitos e publicados. Esse viés compromete os resultados da meta-análise.

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Como unir arquivos de texto em um só arquivo

Comentei no post sobre o Repositório de dados do TSE que parte da simplicidade do site também é uma complicação. Por exemplo: se for necessário fazer uma análise ao longo do tempo, você precisará realizar o download de cada arquivo e depois agregá-los em um só arquivo. Para alguns dados os arquivos estão muito separados, como por exemplo: partido e UF.

Nosso colega Éder Gimenes da UFSC está enfrentando este problema e postou no Facebook: “[...] encontrei no site do Tribunal Superior Eleitoral a página com informações sobre o número de filiados em partidos políticos no Brasil atualmente, informação imprescindível pra minha pesquisa do Doutorado. O problema é que tenho que baixar 810 arquivos pra verificar os valores, já que as listas estão divididas por partido (30) e unidade da federação (27). [...]”

Como eu já enfrentei o mesmo problema, compartilho aqui no Blog a solução em quatro etapas (apenas para quem tem windows instalado).

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Repositório do TSE

Você já se cansou de analisar as eleições pelos infográficos que os portais de notícias disponibilizam? Já desconfiou que algum dado pode estar errado ou simplesmente o gráfico não estão mostrando a informação que você tanto queria? Pois bem, chegou a hora de ir direto à fonte: apresentamos o Repositório de Dados do Tribunal Superior Eleitoral.

O Respositório é "uma compilação de dados brutos das eleições desde 1994 voltada para pesquisadores, imprensa e cidadãos em geral que tenham interesse em analisar os dados de eleitorado, candidaturas, resultados e prestação de contas das eleições."

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Portal Dados Abertos

Existem muitos dados interessantes e importantes disponibilizados pelo governo brasileiro. O problema é que nem sempre sabemos onde estão. E algumas vezes, não estamos seguros de como utilizá-los.  Pensando nisso o “Metodologia Política” vai preparar uma série de posts sobre “como encontrar e utilizar a sua base de dados”.

O post de hoje é sobre o Portal Brasileiro de Dados Abertos. O Portal é a ferramenta disponibilizada pelo governo para que todos possam encontrar e utilizar os dados e as informações públicas. Um dado interessante é que o portal foi um produto do GT3 da INDA (Infraestrutura Nacional de Dados Abertos), produzido com participação e de forma aberta, que disponibiliza um grupo de discussões onde qualquer cidadão pode participar e colaborar.

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Análise de Redes com NODEXL - Parte 1

Exemplo de uma Análise de Redes da galeria do NodeXL.

Com todo o sucesso que o termo “redes sociais” tem feito nos últimos tempos, um tipo de técnica de análise tem ganhado destaque: a análise de redes. A teoria por trás desta técnica é antiga, bem antiga (O que ficará para outro POST). Mas Análise de Redes não é só para analisar redes sociais (Facebook, Twitter e etc) ela é utilizada em muitos outros estudos.

Um bom exemplo na Ciência Política é o trabalho desenvolvido por Wolf [1], em que a abordagem de Análise de Redes foi utilizada para entender o comportamento dos Deputados Federais. O autor trabalhou com a relação entre a autoria dos projetos e seus relatores. Entre outros bons achados, encontrou quem eram os atores chaves dentro do processo legislativo e como era o processo concentração de poder na Casa.

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Portal Data Social

Quem nunca passou horas buscando aquele dado que tinha certeza onde estava? E aquela planilha com as informações de todos os municípios brasileiros? Parece que esse sofrimento vai acabar para nós cientistas políticos. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome acaba de lançar um Portal chamado Data Social que tem muitos dados disponíveis de diversas fontes. A iniciativa da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação merece os parabéns!

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Leitura dos Microdados do IBGE no SPSS

Preparei dois scripts para SPSS para a leitura dos Microdados do IBGE no SPSS.

Leitura SPSS Censo 2010 - pessoas

Leitura SPSS Censo 2010 - domicílios

OBS: deve ser feito UF por UF e depois ir adicionando um a um para formar um arquivo do Brasil.

Dica: Para fazer o download clique com o botão direito do mouse e selecione "salvar link como..."

 

Thiago Sampaio

Como Gerar Mapas Utilizando o R e Maptools

Há alguma vantagem em trocar as tradicionais tabelas por gráficos? Eu diria que sim. Percebe-se uma tímida—mas gradativa—mudança no modelo de apresentação de resultados de pesquisa na Ciência Política. Muitos cientistas políticos estão priorizando gráficos às já obsoletas tabelas. Exemplos dessa tendência podem ser vistos em vários trabalhosrecentes, como em Terron e Soares (2010)[1] e Marcelino (2010)[2].Se você quiser ver mais argumentos sobre isso, veja em Kastellec e Leoni (2007)[3] e também em Brady (2011)[4].

De forma ainda mais contundente, o tema é abordado em “Ways of Knowing” por Moses e Knutsen (2007), os quais introduzem na discussão o argumento de que as ciências sociais por serem uma ciência  dividida também diverge na forma de apresentar os resultados. Estes autores, fazem opapel de "advogado do diabo" quando mostram que a Estatística não é uma ciência tão perversa assim como os construtivistas afirmam, e que os gráficos podem ser uma poderosa ferramenta para contextualizar a frieza dos números e aproximar ambos naturalistas e contrutivistas.

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Mineração de Dados - Parte 1

Você já parou para se perguntar como é que os bancos e financeiras em geral sabem quando houve uma possível fraude em um cartão de crédito? Como que seguradoras desenvolvem complexos sistemas para dizer que você, estudante e solteiro é de um grupo de maior risco? Afinal de contas, nem sempre todos os problemas são precedidos por uma grande explicação teórica. Nesses e em alguns outros exemplos é preciso fazer com que os dados “te digam” algo e obviamente eles não farão isso sozinhos. Mas, como você fará isso? Mineração de dados!

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